Eu penso que o onipotente presidente Luís Inácio Lula da Silva, não goste que eu pense. Pensar é uma qualidade imanente da mente humana, portanto, inseparável da minha existência. Enquanto respirar irei contrariá-lo, mas não contrariarei os meus olhos que insistem em enxergar um país muito diferente daquele do seu pensamento.
Considero que a grande diferença dos nossos pensamentos não é qualitativa, e sim, quantitativa. No máximo, quero que minha filha pense como eu, e para atingir esse objetivo, não distorço nenhuma realidade para que a pequena acredite em minhas palavras. Lula, quer que o Brasil pense como ele, e para atingir esse objetivo, distorçe com maestria toda a realidade para que as pessoas acreditem em suas palavras.
O povo brasileiro por conveniência ou simplesmente por pura tolice, desertou do seu direito de pensar e estará sujeito a muitas infelicidades e privações que são inerentes somente aos governos tirânicos - assim eu penso.
Se aquele brasileiro que ficou sabendo do escândalo envolvendo a Receita Federal, não for capaz de pensar no que isso representa para sua liberdade, pode jogar-se no fogo e morrer queimado -não há conveniência ou tolice que expliquem acreditar nas palavras do presidente e das inúmeras sumidades que vieram a público tentar explicar o inexplicável, querer que acreditemos no inacreditável, que admitamos o inadmissível, que confiemos num governo que é, eu penso, inconfiável.
Lula, definitivamente, não gosta que eu pense, mas ainda respiro - procurando fazer uma força hercúlea para que, pelo menos uma parte dos brasileiros, não seja levada à opressão ou a qualquer outra forma de danação. Impossibilitar o meu pensamento é um poder que felizmente ele não tem e nunca terá.
Eu penso que quem merece o ostracismo, são os governos autoritários, e não o povo - vamos pensar Brasil!






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